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Entrevista: Luís Baião da AGAPE fala-nos da Expedição a Marrocos (tirada do site do Sapo)

Entrevistámos Luis Baião um dos responsáveis da AGAPE, mais concretamente pelas expedições a Marrocos, sobre a próxima viagem "Despertar dos Sentidos".

Como já devem ter notado a AGAPE, tem aparecido muito pelo canal de astrologia, exactamente porque tem algo de bom e de diferente para propor. Saiba o quê lendo a entrevista em baixo.

SAPO: A AGAPE está a organizar uma expedição a Marrocos conjuntamente com o SAPO. Como surgiu essa ideia?

Luís Baião: Esta ideia surge após algumas iniciativas conjuntas com o canal de Astrologia da SAPO. O espirito da expedição a Marrocos “Despertar dos Sentidos” visa acordar o nosso ser mais adormecido para a vida. O canal de Astrologia da Sapo integra-se nesse espírito de expansão que se inicia no nosso interior e se projecta para o exterior. Dai que esta parceria tenha todo sentido e nada melhor como o deserto para viver esta viagem interior.

SAPO: Sabemos que a AGAPE, não é uma agência de viagens tradicional, mas sim uma empresa de animação turística. Fale-me um pouco sobre isso?

Luís Baião: A Agape não é uma agência de viagens tradicional porque valoriza não o objectivo de chegar ao destino traçado, mas o modo como lá se chega. Logo, as vivências de cada momento são o mais importante nas nossas viagens. Neste tipo de viagem, cada espaço, cada momento e cada pessoa são muito mais valorizados e sentidos com mais intensidade.

SAPO: Ouve-se muito a expressão "espírito AGAPE". O que significa?

Luís Baião: Numa frase, o espírito AGAPE é o amor pelas pequenas coisas. Quem o sente dá valor a cada passo, cada palavra, cada olhar, dá valor ao que de bom a vida oferece e que tantas vezes não queremos ver. É o bem estar pessoal de cada um.

SAPO: Porquê é que chamaram a esta expedição "Despertar dos Sentidos"?

Luís Baião: É verdade que qualquer viagem que façamos nos faz despertar algum tipo de sentimento. Até mesmo as pequenas viagens do dia-a-dia. Em Marrocos tudo é diferente do que estamos habituados no nosso dia-a-dia e esse choque harmonioso leva-nos a um despertar mais intenso e atento, logo, impossível de desprezar.

SAPO: Esta viagem é quase uma iniciação, um caminho iniciático, não?

Luís Baião: Para uns pode ser iniciação, no sentido do iniciar uma outra forma de ver a vida com mais amor, mais aceitação. Para outros pode fazer parte do caminho iniciatico de cada um. Para essas pessoas é uma continuação do seu percurso pessoal pela vida. Por experiência, todos os que fizeram esta viagem com a Agape tiveram algum tipo de mudança interior descobriram mais um pouco de si mesmos.

SAPO: Disse-me um dia que: "Quem ia a Marrocos com a AGAPE trazia um amigo". É mesmo assim?

Luís Baião: Sim, claro. Quem vai a Marrocos traz sempre um amigo. Por vezes desenvolvem-se amizades muito fortes. Outras vezes, descobre-se o nosso maior amigo: O nosso amigo interior, nós mesmos.

SAPO: Quais as reacções mais comuns, por parte dos participantes a este tipo de expedição?

Luís Baião: Os participantes nas nossas viagens vêm diferentes. Vêm muito mais satisfeitos com eles próprios e com a vida. Sentem que não conseguem ser os mesmos e têm mais necessidade de viajar, de continuar um caminho de descoberta e de abertura ao diferente. E continuam a viajar no seu quotidiano, abertos às diferenças dos que os rodeiam. Atingem a paz interior e o equilíbrio que procuravam.

SAPO: O que poderia dizer aos utilizadores do SAPO, para que não resistam a apanhar o seu camelo para Marrocos?

Luís Baião: Costuma-se dizer que “Quando o aluno está pronto, o mestre aparece”: A Agape é um caminho, uma forma de vida, e, por isso, deixo ao critério dos sentidos de cada um. Quem procurar a Agape, concerteza apanhará o seu camelo para Marrocos, com muita alegria, diversão e amor.